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Aqueles bichos que nós amavamos tanto
Aqueles bichos que nós amavamos tanto

 

 

Creio que eles faziam parte de minha vida como eu fazia parte da vida deles. Não havia nenhum problema para que eles convivessem conosco nos mostrando as variações de seu comportamento e sua postura.

Os primeiros guadrinhos que li foram do Mindinho que mais tarde desapareceu. Seus bichos entretanto saíram das páginas da revista e ganharam as telas. O cinema encarregou-se de dar a conhece-los. O Pernalonga que era um simpático coelho sempre a comer cenouras refletia a malandragem e o improviso para sair das situações difíceis e eu sempre torcia por ele.

Havia é claro o Hortelino Trocaletra e o Gaguinho. Embora estes porquinhos tivessem dificuldades de fala expressavam muito bem as duas faces de encarar as dificuldades e preocupações. Hortelino apresentava~se sempre elegante de terno severo e um chapéu côco. A opinião ponderada e justa vinha de uma coruja que era o Agostinho mocho com enormes óculos de grau.

A parte divertida era uma luta do forte contra o fraco. Frajola, um famoso gato que estava sempre a imaginar uma nova maneira de caçar o Piu-Piu um passarinho que sempre conseguia escapar e tapiá-lo criando situações de escape mais difíceis ainda. Estes foram os bichos do Mindinho, um gibi dedicado realmente a infância.

O Pato Donald, ou simplesmente o pato, ao menos no universo que eu conhecia tlnha o seu lugar certo e querido. O pato com camisa e boné de marinheiro era outro bicho ansiosamente aguardado toda semana quando uma nova aventura chegava as bancas de jornais. Um pato que não tinha filhos mas tinha sobrinhos. Donald e os três patinhos Huguinho, Zézinho e Luizinho estavam sempre dentro de alguma aventura. Geralmente para defender a fortuna do tio de Donald – o tio Patinhas. I fraque e a cartola de Patinhas seria a marca da riqueza e a roupa de marinheiro a marca da pobreza ?

As estórias eram realmente marcantes pelo exercício da imaginação em que elas foram criadas e pela trama que passados anos e anos não pude delas me esquecer. Creio que não as esquecerei deveras pois seu universo chegou numa época propícia a le-las.

Como esquecer a disputa entre o Tio Patinhas e Pão-duro MacMoney para ver quem havia economizado mais barbante ? A aventura da corrida de barcos no Mississipi para ganhar a mansão das 7 cumeeiras. Ou ainda a entrega de uma caixa de rabanetes picantes que ameaçava a fortuna do Tio Patinhas. Uma das aventuras minha predileta era Perdidos nos Andes onde Gonald e os meninos iam atrás de ovos quadrados bem como a busca da pedra filosofal pelo Tio Patinhas.

Mickey e Pateta, um cão e um camundongo, também não ficavam atrás. Sempre havia um mistério a desvendar ou alguma coisa a buscar. Mickey e os sete fantasmas, a sombra do outro, O sarcófago. A argúcia de Mickey o leva a se tornar o auxiliar inseparável do Coronel Cintra no combate aos criminosos principalmente os terríveis irmãos Metralha e o furtivo Mancha Negra.

Mickey de uma vivacidade e inteligência a serviço do bem e da justiça, caráter e honestidade a toda prova. Pateta sem um bom raciocínio, mas sempre leal ao amigo.

A lealdade e a bondade não ficava só neles. Lobinho era o amigo leal dos três porquinhos, Prático – Cícero ´e Heitor, sempre livrando-os das armadilhas do pai Lobão.

         A vovó Donalda representando a experiência e a praticidade aliada a figura da união da família pato em ocasiões de grandes festividades. Tínhamos muita vezes vontade de provar a famosa torta de maçã da vovó Donalda e os seus conhecidos bolinhos. O sítio representando o refúgio e a tranqüilidade assim como a proteção dos animais com o cavalo Brioso e a vaca Mimosa.

         Embora nunca tenha segurado um esquilo Tico e Teco eram os esquilos mais simpáticos que já vi. Quem nunca quis Ter um tico e Teco em casa ? Ou ainda a grande sorte do Gastão a causar todas as agruras e dificuldades ao desventurado Doonald. Torci muita vezes pelo Donald.

         As mulheres com sua sedução e inteligência nos faziam despertar todas as emoções de um final feliz. Minnie, Margarida e as sobrinhas Lalá, Lelé e Lili, Clarabela, Ermemgarda compõe o universo feminino destes amigos inesquecíveis.

As feiticeiras e bruxas, o lado esotérico e misterioso divertiam sem provocar o medo, Elas tornavam-se até simpáticas como Maga tentando obter a moedinha número 1 do Tio Patinhas ou a maternal Madame Min tentando conquistar o Pateta.

Estes foram os bichos da minha infância e cá entre nós também da minha adolescência. Deixaram um mundo de alegrias e emoções que os tornaram formadores de caráter e nos deram noções de justiça, firmeza e dignidade. Nós te amamos muito e com certeza guardaremos seu lugar no nosso espírito e nosso existência. Um lugar para nossos bichinhos.

 

 

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